O Rio de Janeiro é a cidade onde os passageiros pagam o menor valor por quilômetro rodado de táxi no Brasil. Por isso, na hora de escolher como voltar pra casa após consumir bebida alcoólica, o uso desse meio de transporte pode ser um incentivo a mais para os cidadãos colaborarem com a Operação Lei Seca. Os taxistas cariocas cobram R$ 1,70 enquanto que em São Paulo e Belo Horizonte o valor é de, respectivamente, R$ 2,50 e R$ 2,24 por quilômetro rodado.
Segundo pesquisa realizada em todas as capitais do país pela Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC) de Porto Alegre, o levantamento de 2012 mostrou ainda que para corridas médias (com distâncias de até 6 km), o Rio de Janeiro ocupa a 21ª posição cobrando R$ 14,90. Rio Branco, capital do Acre, é a cidade que cobra mais caro por essa distância percorrida, totalizando R$ 24,05. Já a média da cobrança de todas as capitais do país para as corridas de até 6 km é de R$ 16,74.
Desde a implantação das blitz da Lei Seca, as mortes no trânsito no estado do Rio de Janeiro reduziram em 12,6%, de acordo com dados apresentados na comemoração dos quatro anos da operação. Entre 2005 e 2008, anos anteriores ao início da Lei Seca, foram 11.089 óbitos. Já entre os anos de 2009 e 2012 esse número caiu para 9.686. A maior queda foi registrada de 2008 para 2009, ano de início da Lei Seca, quando o número de pessoas que morreu caiu 13,8%, de 2.753 para 2.373. Além da redução do número de mortes, a média de motoristas alcoolizados que foram flagrados desde 2009 pelas blitz diminuiu em 40%.
Segundo pesquisa realizada em todas as capitais do país pela Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC) de Porto Alegre, o levantamento de 2012 mostrou ainda que para corridas médias (com distâncias de até 6 km), o Rio de Janeiro ocupa a 21ª posição cobrando R$ 14,90. Rio Branco, capital do Acre, é a cidade que cobra mais caro por essa distância percorrida, totalizando R$ 24,05. Já a média da cobrança de todas as capitais do país para as corridas de até 6 km é de R$ 16,74.
Desde a implantação das blitz da Lei Seca, as mortes no trânsito no estado do Rio de Janeiro reduziram em 12,6%, de acordo com dados apresentados na comemoração dos quatro anos da operação. Entre 2005 e 2008, anos anteriores ao início da Lei Seca, foram 11.089 óbitos. Já entre os anos de 2009 e 2012 esse número caiu para 9.686. A maior queda foi registrada de 2008 para 2009, ano de início da Lei Seca, quando o número de pessoas que morreu caiu 13,8%, de 2.753 para 2.373. Além da redução do número de mortes, a média de motoristas alcoolizados que foram flagrados desde 2009 pelas blitz diminuiu em 40%.